O presidente participou da inauguração do Centro de Emergência Regional do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio


Lula (PT) na inauguração do Centro de Emergência Regional do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Porto Velho, RO - O presidente Lula (PT) defendeu, neste domingo 15, regras para o debate político neste ano eleitoral e criticou a desinformação, durante a inauguração do Centro de Emergência Regional do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

“Então, este ano é o ano em que vamos estabelecer regras de debate político em que a verdade vai prevalecer; regras em que quem estiver mentindo vai ser responsável pela mentira que contar”, disse, sem detalhar como isso seria feito.

O presidente voltou a afirmar que 2026 seria “o ano da verdade”. “Quem mentir tem que ser desmascarado. Não se pode ver uma mentira no celular e deixar barato”, enfatizou o petista.

Lula também relacionou a desinformação à violência ao falar sobre o combate ao feminicídio.

“A mentira leva gente à violência. O que explica o feminicídio ter aumento, a violência contra a mulher ter aumento, a ponto de as meninas chegarem a se mutilar por conta de celular, de internet? É preciso que a gente vigie isso com muito cuidado”, disse.

Estavam presentes no evento o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD-RJ). Eles criticaram a família Bolsonaro, uma vez que as obras foram entregues apenas em 2025.

Sem citar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula disse que o governo dele estava fazendo “aquilo que outros deveriam ter feito em outros momentos na história”.

Fonte: Carta Capital