
Pela primeira vez, o estado ficou abaixo de 4 mil focos anuais, um feito iniciado. Em 1998, os registros ultrapassaram 6 mil casos em apenas seis meses. Já em 2024, o cenário foi oposto: Rondônia apresentou um dos episódios de tempestade das últimas décadas, com céu encoberto, baixa visibilidade e mais de 40 voos impactados somente em agosto.
Mesmo analisando toda a série histórica, o pior ano continua sendo 2005, quando mais de 40 mil queimadas foram mapeadas. O melhor resultado até então havia sido em 2013, com cerca de 4 mil registros — número 145% superior ao deste ano.
Segundo Marcos de Souza Trindade, coordenador de Proteção Ambiental da Sedam, o desempenho positivo é resultado direto da integração das forças de fiscalização e educação ambiental.
"Os recursos empregados em 2025 serão mantidos. Não haverá pausa nos trabalhos. A meta é preservar os índices baixos e garantir mais qualidade de vida à população", afirmou.Imagens comparativas de Porto Velho e da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré mostram o contraste entre os cenários de 2024, tomados pela fumaça, e 2025, com céu limpo e visibilidade normalizada.
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