PF identifica ao menos 30 vítimas; A suspeita armazenava e compartilhava material de abuso sexual infantil. Equipamentos foram apreendidos para perícia. - Reprodução PF

Porto Velho, RO - A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (9), um homem suspeito de armazenar, compartilhar e produzir material de abuso sexual infantil em Guajará-Mirim (RO). A ação cumpriu um mandado de prisão e outro de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal de Rondônia.

Segundo a PF, o investigado utilizou perfis falsos em redes sociais e plataformas digitais para se aproximar de crianças e adolescentes. Após conquistar a confiança das vítimas, ele pedia imagens íntimas e, em alguns casos, chegava a coagi-las psicologicamente para enviar novos conteúdos.
Cerca de 30 vítimas já foram identificadas.

A investigação revelou que aproximadamente 30 crianças e adolescentes foram alvos de suspeitos. Muitas delas foram submetidas a pressão, manipulação emocional e violência psicológica, segundo a Polícia Federal.

A corporação informou ainda que foram identificadas conversas e trocas de mensagens nas quais o investigado incentivava as vítimas a produzir novos registros, ampliando o volume de material ilegal.
Apreensões e continuidade das investigações

Durante a operação, os agentes apreenderam um equipamento eletrônico que pode ter sido usado na prática dos crimes. O dispositivo será submetido a perícia para identificação de arquivos, rastreamento de contatos e armazenamento de provas.

À medida que as investigações avançam, a análise do material apreendido deve ajudar a PF a identificar possíveis novas vítimas e outros envolvidos.
Crimes no ambiente digital desligar atenção

A Polícia Federal reforça que os casos de exploração sexual infantil online vêm crescendo e que é essencial que os responsáveis ​​monitorem o uso das redes sociais por crianças, fiquem atentos a sinais de comportamento e denunciem quaisquer suspeitas.

Denúncias de crimes de abuso sexual infantil podem ser feitas pelo Disque 100, pela Polícia Federal, pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente ou diretamente nas plataformas digitais.

Fonte: Portal do Governo do Estado de Rondônia