EUA e Ucrânia discutem plano de paz apresentado pelo governo Trump na semana passada. // Foto: reproduçãoPorto Velho, RO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu nesta segunda-feira, 24, às notícias vindas de Genebra, onde EUA e Ucrânia discutem o plano de paz apresentado pelo governo Trump na semana passada.
“Será mesmo possível que grandes progressos estejam sendo feitos nas negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia??? Não acredite até ver, mas algo bom pode estar acontecendo. DEUS ABENÇOE A AMÉRICA!”, escreveu o presidente americano na rede Truth Social.
Andriy Yermak, chefe de gabinete de Volodymyr Zelensky e líder da delegação ucraniana, classificou no domingo, 23, a primeira sessão de negociações com a delegação americana como “muito produtiva”.
“Fizemos progressos significativos e estamos avançando rumo a uma paz justa e duradoura. O povo ucraniano merece e deseja essa paz mais do que ninguém.”
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse, em entrevista coletiva, acreditar num consenso.
“Então, havia alguns obstáculos – nenhum deles insuperável. Posso afirmar que os itens que ainda estão pendentes não são insuperáveis, apenas precisamos de mais tempo do que temos hoje. Acredito sinceramente que conseguiremos.”
Na Cúpula Parlamentar da Plataforma Internacional da Crimeia, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, elogiou as conversas com os EUA, dizendo terem concordado em pontos “extremamente sensíveis”, como a libertação de prisioneiros de guerra ucranianos e crianças sequestradas.
“Continuamos trabalhando com nossos parceiros, especialmente os Estados Unidos, e buscando soluções de compromisso que nos fortaleçam, mas não nos enfraqueçam, e continuaremos explicando o quão perigoso é fingir que a agressão é algo que se pode simplesmente ignorar e seguir em frente.”
Ativos russos
Zelensky ainda defendeu uma decisão sobre os ativos russos.
“Por favor, apoiem essas decisões e, acima de tudo, mantenham a pressão sobre a Rússia. A Rússia continua matando pessoas. Todos os dias. Os territórios ocupados permanecem ocupados. E isso significa que a Rússia continua sendo um Estado criminoso. Hoje, quase 70 delegações parlamentares estão presentes, e se os parlamentos da Europa, do mundo, não fecharem os olhos para isso, ninguém mais o fará.”
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