Polícia Civil de Rondônia — Foto: Polícia Civil/Divulgação
O grupo criminoso contava com uma estrutura sofisticada: um químico era responsável por analisar a pureza das drogas, havia logística própria para o transporte de entorpecentes entre os estados e empresas de fachada e laranjas eram usadas para dar aparência de legalidade às operações.
Entre os investigados estão empresários, o filho de um vereador e um estudante de Medicina.
As medidas judiciais estão sendo cumpridas em diversas cidades de Rondônia, como Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Vilhena, Guajará-Mirim, Nova Mamoré e São Felipe d'Oeste, além de Campo Grande e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.
Ao todo, foram expedidas 78 medidas cautelares, incluindo nove mandados de prisão e 23 de busca e apreensão. Também houve bloqueio e sequestro de bens avaliados em cerca de R$ 15 milhões.
Fonte: G1, RO
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